Ricardo Boechat era Jornalista desde a década de 70.

Ricardo Boechat era Jornalista desde a década de 70.

Notícias

Ricardo Eugênio Boechat, 66, morreu nesta segunda-feira (11) em um acidente de helicóptero, em São Paulo.

Ele era casado pela segunda vez.

Com Veruska Seibel, de 46 anos, desde 2005, e tinha duas filhas com ela: Valentina, 12, e Catarina, 10. Ele deixa outros quatro filhos: Bia, 40, Rafael, 38, Paula, 36, e Patricia, 29, frutos do casamento com Claudia Costa de Andrade.

Nascido em Buenos Aires, ele era filho da argentina Mercedes Carrascal, de 86 anos, que vive em Niterói desde 1956. O seu pai Dalton era diplomata e estava a serviço no país vizinho.

View this post on Instagram

🥂

A post shared by Ricardo Boechat (@boechatreal) on

Em 2015 o jornalista revelou ter depressão.

Ele falou da doença durante um dos seus programas diários. “A depressão não escolhe vítimas por seu grau de instrução ou situação econômica. Castiga sem piedade e da mesma forma pobres e ricos, anônimos e famosos.”

O jornalista iniciou sua carreira na década de 1970, como repórter do extinto jornal “Diário de Notícias”.

Em 1983, foi para o jornal “O Globo”.

E quatro anos mais tarde, chegou a ocupar a secretaria de Comunicação Social no governo Moreira Franco, mas voltou para o jornal da família Marinho em 1989, como editor da coluna “Swann”, que mais tarde, foi transformada em “Boechat”.

Vencedor de vários prêmios.

Entre eles, o Esso, na categoria Informação Política, com Rodrigo França, em 1992; na categoria Informação Econômica, com Chico Otávio e Bernardo de la Peña, em 2001.

Boechat também trabalhou nos jornais, “O Dia”, “O Estado de S. Paulo” e “Jornal do Brasil”.

Em 1997, o jornalista passou a ser destaque na rede Globo, no qual fazia um quadro de opinião no matinal “Bom Dia Brasil”. Sempre com notas de sua coluna que renderam pautas aprofundadas, sucesso e polêmicas.

Deixou a Globo em junho de 2001.

Entrou para o Grupo Bandeirantes

Como diretor de Jornalismo no Rio. Em fevereiro de 2006, mudou-se para São Paulo, para ancorar o “Jornal da Band”, principal noticiário da emissora.

Desempenhava a mesma função no programa diário na rádio BandNews FM, transmitido para todo o Brasil. Assinava ainda uma coluna semanal na revista “IstoÉ”, com a colaboração de Ronaldo Herdy.

É autor do livro “Copacabana Palace – Um Hotel e Sua História” (DBA, 1998), que resgatou a trajetória do hotel mais exclusivo e sofisticado do país, completando 75 anos de existência no ano da publicação.

Em sua última coluna na revista “IstoÉ”, que levou o título “Acabou a Folia”, ele falou, entre outros assuntos, de corrupção, da dança das cadeiras com a troca de poder no Senado e da tragédia de Brumadinho.

A última coluna foi publicada na sexta-feira (8).

Em seu último programa na manhã desta segunda-feira (11) na rádio, Boechat falou das grandes tragédias que acontecem no Brasil que ficaram sem punição.

Fonte: UOL Notícias.

Fale Conosco

– Quer indicar uma Matéria ou econtrou um erro, por favor, entre em contato conosco, clicando aqui.

Você gostaria de ter um site como este⁉️

– Por favor, entre em contato com a Agência que nos doou este site, clicando aqui.

Gratidão !

Please wait...

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *