O Mal de Parkinson e a união da tecnologia com a medicina.

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Para envelhecer, basta estar vivo, certo?

E isso tem ficado cada vez mais fácil. Ainda que o processo de envelhecimento seja (literalmente) doloroso para alguns, o aumento de dores nas juntas, não me deixa mentir, os avanços tecnológicos e da medicina estão fazendo a expectativa de vida disparar.

A União da tecnologia com a Medicina promete futuro livre de bengalas e idas frequentes ao médico

E como a tecnologia ajudará essa parte da população a viver melhor?

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os idosos representam, atualmente, 10% da população brasileira. A partir da década de 2030, teremos mais velhos do que jovens e, em 2050, a população acima dos 60 anos será o dobro do contingente de crianças e adolescentes com menos de 14 anos.

E essa futura maior parcela da população precisará viver com qualidade. Para isso, empresas e pesquisadores estão cada vez mais de olho na população acima de 60 e já pensando –até em causa própria– em como melhorar a vida dessa considerável parcela da população.

Apesar de ser complicado prever exatamente como será o futuro, já é possível vislumbrar como viverão os velhinhos num futuro próximo. O que já dá para adiantar é que não faltarão sensores e parafernálias para tornar a sua vida mais segura. Queda é uma das principais causas de acidentes entre idosos no Brasil

É complicado calcular um número exato de quedas de idosos.

Porém, dá para ter alguma ideia olhando os gastos do SUS (Sistema Único de Saúde). Por ano, são gastos R$ 51 milhões com tratamentos de fratura e R$ 24,7 milhões com medicamentos para tratar osteoporose.

Já existem diversos aparelhos para tentar atenuar problemas causados por quedas. Um deles é o Philips Go Safe, que tem o funcionamento que lembra um pouco um telefone sem fio. Disponível no momento apenas nos Estados Unidos, ele conta com uma base e um colar, que deve ser usado pelo idoso.

Acidentes do dia a dia.

Em caso de acidente, o dispositivo que está com a pessoa que caiu detecta automaticamente a queda e faz uma chamada para um serviço de emergência. O colar ainda funciona com uma espécie de walk-talk, então a vítima poderá conversar com o socorrista. Caso não tenha condições de falar, o Go Safe conta com um GPS embutido, o que facilita a busca da pessoa.

No Brasil, a TeleHelp oferece um serviço similar, que consiste em um botão de alarme, presente em uma pulseira ou colar, que o idoso pode apertar em situações de perigo, como queda ou mal súbito. Ao fazer isso, um atendente da companhia liga para um dispositivo da TeleHelp presente na casa e pergunta, via viva-voz, o que está ocorrendo. Caso seja algo sério, um responsável é avisado.

Há pelo menos dois talheres inteligentes no mercado para ajudar as pessoas a terem menos dificuldades ao comer

Para quem tem Mal de Parkinson, doença de grande incidência entre idosos, há uma solução esperta para lidar com os tremores que causam diversos incômodos, inclusive na hora de comer. Um dos talheres é o norte-americano Lyftware e o outro é o chinês Gyenno, que custam cerca de US$ 200 (cerca de R$ 660, sem taxas).

Por mais simples que pareça, utensílio dá autonomia para o portador do Parkinson

A popularização de eletrônicos vestíveis que ajudam na medição de nossos sinais vitais promoverá um padrão diferente de cuidado com a saúde. Com a ajuda de todos esses dados que gerarmos somado a análises feitas por inteligência artificial, teremos conhecimento inicial de sintomas, antes mesmo de ficar doentes.

Imagine só o quanto não vai melhorar a vida de um idoso ao conseguir detectar e tratar o quanto antes doenças sérias, como a osteoporose, o Mal de Parkinson ou o diabetes.

No entanto, ainda que o futuro pareça promissor, existe uma questão sensível sobre o acesso a todos esses tipos de tratamentos e recursos. “Não tenho dúvidas de que estas tecnologias estarão disponíveis em 2050. O desafio é fazer com que ela chegue a toda população, e não só a um segmento da população privilegiada”, diz Campolina, da Abimed.

Ao que tudo indica, o futuro parece promissor para a população acima dos 60. Pelo menos para quem conseguir bancar todos esses equipamentos.

Fontes: Vivabem.uol.com e Gyenno Tech

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1 thought on “O Mal de Parkinson e a união da tecnologia com a medicina.

  1. Perfeito !. Amei a matéria <3

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